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Os humanos, todos estão no teatro e não sabem do seu estado, e o que é o teatro.

Todos estão invertidos e não têm a menor ideia que o resultado do seu modus operandi os mantêm aprisionados.

Tudo em suas vidas os leva a necessidade de “crer” ou “não crer” em algo, alguém ou no quê.

Quando você se posiciona: “eu creio” ou “eu não creio”, ambos, são posicionamentos de dualidade, ou seja, ambos estão no teatro. E, mesmo aquele que diz que “não crê”, ele se opõe (dualidade) e cria a sua crença de “não crer”. E isso é bem diferente da lucidez de que tudo é dualidade, tudo é teatro e tudo isso constrói o teatro/prisão.

1- você acredita que existe.
2- você acredita que não existe.

Observe: qualquer opção é uma crença.

A invenção chamada “deus”, faz mais efeito do que todos os grupos terroristas juntos. Pois a grande massa é “temente a deus”. Sim, eles temem, ele têm medo de deus.

O estado de medo é imposto pela possibilidade de alguma forma de “castigo”. Ele é aplicado pelos argumentos de dualidade com base nas crenças.

Como pode alguém ter medo de uma mentira?

Como temem uma “invenção”?

Da mesma forma você cresceu ouvindo que, se você não comer a refeição, se você não estudar, se você não se comportar… um bicho, um monstro, uma bruxa má e todas as formas de ameaça vão te pegar, vão te castigar ou te punir porque você não fez o que queriam que você fizesse.

A crença e mentira de nome “deus” é um cabresto inventado. Este cabresto foi aceito pela humanidade quando foi tomado como crença, ou seja, crer em deus. Esta é uma invenção com base em ameaças de castigos para amansar a qualquer um que se atreva a sair das formatações impostas nos trouxas religiosos e espiritualizados. Inclui-se os esotéricos e as vertentes espirituais alternativas às religiões. Todas, sem exceção.

Já, os ateus, não sentem o medo do que não existe, mas não percebem que fazem parte do mesmo teatro como personagens opostos (dualidade). Portanto, atuam sem saber que são atores/palhaços no mesmo teatro/prisão que estão aqueles que eles criticam por serem tementes e crentes num deus. O ateu alimenta a própria estupidez sem saber que o seu posicionamento de “não crer”, também é uma crença que o aprisiona e ajuda a mover o teatro.

Ateu, crente em deus, espiritualizado que crê numa fonte ou energia cósmica, o que eles têm em comum?
Resposta: todos estão com cabresto, invertidos, sendo regidos pela dualidade, abarrotados de crenças e vestem uma fantasia de humano. Esta é a fantasia do grande palhaço deste circo/teatro que o planeta Terra foi transformado.

Quem, já AVANÇA em seu processo íntimo, hoje, vê claramente tudo que descrevi neste texto. Este conteúdo não se trata de uma exclusiva visão do autor, não, não mesmo. Qualquer indivíduo, se tiver coragem de trocar o seu olhar e começar, a partir dele mesmo e observar o seu modus operandi, ele constatará que ele funciona com base na dualidade, que ele adota e cristaliza um conjunto de crenças que transformam-se nas grades da sua cela pessoal, da sua prisão no grande jogo em andamento no planeta Terra.

Há um indivíduo que se apossou da prisão quando ela, sem querer, foi criada. Como o “dono de um presídio”, ele precisava manter os presos calmos e sem riscos de rebeliões. E foi a partir daí que ele inventou dois personagens: deus e diabo.

Sim, é o “dono” deste presídio quem veste as fantasias chamadas “deus” e “diabo”. E você é o trouxa que “acredita” ou “não acredita” em suas “ilusórias verdades” construídas como suas crenças.

Sair do teatro/prisão, consiste em você não ser mais afetado, não mais se deixar levar ou não mais se comover com as encenações diárias que você, na condição de invertido, atuava e pensava que tudo era “verdade”.
Este texto te permite desenvolver uma consciência através das suas constatações de tudo aqui relatado. Mas eu afirmo: ter consciência sobre tudo isso não te extrai do teatro/prisão. Os conscientes ainda estão vestidos de palhaço e estão presos porque ainda se posicionam com base na desenvolvida consciência.

Esta é a mesma posição do ateu: um palhaço que se acha superior aos crentes e tementes.

Agora, quem se viu dentro do teatro/prisão mediante a este texto e ainda insiste em manifestar alguma justificativa por seu modus operandi de humano “inteligente”, então, por favor, receba o seu diploma de jumento.

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