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Aqui neste espaço, através dos conteúdos do livro 320.000 anos, em várias ocasiões falamos sobre Hercólubus.
Nestas citações, sempre esclarecemos que Hercólubus também é conhecido como Nêmesis.

Por mais controlada e limitada que a ciência humana foi e ainda é, quando chega o momento que a insistência em negar um astro que vem se apresentando a olho nu desde o ano 2008, começa a comprometer a “credibilidade” da ciência que, já não pode mais negar e em breve terá que explicar sobre o que se aproxima e o que pode acontecer com esta aproximação.

Não é possível continuar negando o que muitos já veem e toda humanidade verá e, muito além de ver com olhos, também vão “entender” sobre o que vem acontecendo ao planeta Terra. E, também, sentir os efeitos desta aproximação.

O que é fato, é que os cientistas já são obrigados a falar sobre uma suposta descoberta desta estrela que se aproxima. Quando na verdade isso já é conhecido pela ciência humana e alguns governos há centenas de anos.

Observe, um astro que promove eventos astronômicos, é impossível ser impedido em seu curso de órbita e ignorado pela humanidade. No entanto, a postura de negar a existência deste astro e até ridicularizar os profissionais de ciência que têm coragem de admitir e falar sobre ele, hoje, coloca os indivíduos que se posicionam como referências em astronomia e astrofísica, numa situação ridícula e constrangedora, pois, as suas estúpidas posturas em colaborar com os governos que sempre quiseram esconder da humanidade, a existência deste astro. E, hoje, eles estão expostos por suas teorias mentirosas e suas manobras de ridicularizar seus colegas de profissão, para inibi-los a falar sobre o que não pode ser escondido.

O astro, em sua órbita, se aproxima cada vez mais. E, quando eu digo que Hercólubus se aproxima, eu não falei que ele vem em rota de colisão com a Terra. A sua massa atômica em relação à Terra é tão grande que não precisa de um contato de choque físico para acabar com a Terra.

E, eu também não disse que isso ocorrerá.

Para além dos governos que tanto omitiram sobre Hercólubus, há, e aqui com os conteúdos deste trabalho já estamos cansados de saber, um controle sobre os governos e tudo deste planeta. E, nem estes que controlavam (atente ao tempo verbal) o planeta, jamais conseguiram impedir a órbita de uma astro que tem um tamanho físico muito maior que a Terra.

Aqui em meu trabalho, eu não tenho a menor “pré-ocupação” com este astro, muito menos as suposições de catástrofes atribuídas a ele por muitos medrosos especuladores. Não e não.

Aqui, este trabalho traz e expõe o modus operandi humano. E, como exemplo de modus operandi de indivíduos que se colocam como referência científica, nas linhas a seguir eu reproduzo uma matéria da Revista Superinteressante.

Eu chamo a atenção para que você observe como uma revista que se diz e é considerada pelos humanos como séria, publica uma matéria de forma tão leviana e com forte apelo ao estado de medo que os humanos “inteligentes” são submetidos e não percebem.

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O SOL PODE TER UM IRMÃO GÊMEO DO MAL CHAMADO NÊMESIS

Nossa versão de Rute e Raquel interEstelar
Por Felipe Germano

Rute e Raquel, Paola e Paulina Bracho, e até mesmo o Homem da Máscara de Ferro. Todos eles têm um irmão mau pra chamar de seu. Agora, um estudo indica que mais uma estrela, literalmente, vai entrar para esse grupo: o Sol.

A pesquisa, fruto de parceria entre as universidades Harvard e Berkeley se propôs a pensar numa pergunta quase infantil: “como nascem as estrelas?”. A resposta não envolve nenhuma cegonha, mas tem relação com ovos. Corpos estelares são formados dentro do que os especialistas chamam de “núcleos densos”, agrupamentos gasosos ovais, tão condensados que impedem até mesmo a luz de sair de dentro delas. Mas não é como se esses núcleos fossem impenetráveis, ondas de rádio conseguem atravessar suas paredes. Pensando nisso, pesquisadores apontaram um transmissor de rádio construído pela Nasa para a constelação de Perseu, onde há uma grande concentração de estrelas em formação. O que os estudiosos perceberam é que praticamente todos os corpos estelares são formados em duplas. São gêmeos.

Analisando as estrelas de Perseu, os cientistas traçaram paralelos entre estrelas binárias jovens e velhas. A descoberta aponta que estrelas relativamente novas (de até 500 mil anos) nascem longe uma da outra, com uma distância de 500 unidades astronômicas (ou 500 vezes a distância entre o nosso Sol e a Terra). As jovens estrelas também são alinhadas no eixo da nuvem oval de onde saíram. Com o passar do tempo, as estrelas vão se juntando. Os corpos mais velhos (com até um milhão de anos), por outro lado, não seguem nenhum tipo de alinhamento, mas costumam ter entre si um distanciamento bem menor, de 200 unidades astronômicas (mais ou menos 11 vezes a separação entre a Terra e Urano).

Os dados obtidos na pesquisa foram replicados para tentar responder se o nosso Sol teria também um irmão de gestação.“Queremos dizer que sim, provavelmente tenha havido um Nêmesis há muito tempo”, afirmou em comunicado Steven Stahler, astrônomo da Universidade de Berkeley e coautor do estudo. As estrelas, na hora do nascimento, estariam há mais ou menos 17 vezes a distância entre a Terra e Netuno.

Mas, espera aí. Por que chamar a estrela de Nêmesis (palavra vinda do vinda do grego, usada frequentemente para designar inimigos)? O Nêmesis já é uma velha teoria astrológica. Em 1984 o astrônomo Richard Muller, também da universidade de Berkeley afirmou que uma estrela, há milhões de quilômetros da Terra pode ser a responsável por enviar meteoros para cá.

A teoria é de que o corpo estelar tenha passado por uma região com uma alta concentração de asteroides e que suas forças gravitacionais tenham funcionado como um estilingue que arremessa meteoros na direção oposta à sua própria. Se a ideia de que os sois gêmeos se mantêm paralelos quando jovens, o alvo era ninguém mais ninguém menos que o nosso Sol, atingindo a Terra no meio do caminho. Muller afirma, inclusive, que o meteoro que dizimou os dinossauros é fruto de um direcionamento do Nêmesis.

O paradeiro do nosso irmão solar, porém, é desconhecido. Especula-se que, se ele de fato existiu, a gravidade de algum outro corpo tenha o puxado para longe, tirando-o da rota natural de aproximação. Separados ao nascimento, enfim.

Fonte: https://super.abril.com.br/ciencia/o-sol-pode-ter-um-irmao-gemeo-do-mal-chamado-nemesis/

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É uma piada estes cientistas se posicionarem sobre algo que eles sabem que já é conhecido há centenas de anos. E, o pior, ainda dizem que foi a partir de uma teoria de 1984. A ciência humana tem registros sobre Hercólubus desde a idade média.
O que eles têm feito, são blefes de preparação para a humanidade, e blefes para tentarem aliviar o quanto as suas posturas de ignorantes ficaram expostas.

 

 

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