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O “governo democrático” italiano aprovou em 16/09 algumas das medidas anti-COVID mais ditatoriais do mundo, obrigando todos os trabalhadores a apresentarem comprovativo de vacinação, um teste negativo ou recuperação recente de infecção. As novas regras entrarão em vigor em 15 de outubro no último esforço da quadrilha de criminosos que apoiam o primeiro-ministro maçônico Mario Draghi para obrigar as pessoas a serem cobaias de um experimento farmacêutico.

Qualquer trabalhador que não apresentar um “certificado racial de vacina” válido será suspenso sem pagamento, mas não pode ser demitido, disseram os ministros a repórteres depois que o gabinete aprovou as medidas. Aqueles que ousarem ignorar o decreto nazifascista e forem trabalhar terão de pagar uma multa de 600 a 1.500 euros. A sanção para os empregadores será de 400-1000 euros. É a campanha “vacina no braço, comida no prato”.

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